The Host de Stephenie Meyer para as telonas?

25 de abril de 2009

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Com o sucesso do filme Crepúsculo (estrelando Robert Pattinson, Kristen Stewart e Taylor Lautner) e a provável continuação desse sucesso com Lua Nova da Saga Crepúsculo, Eclipse e Amanhecer, o quinto livro de Stephenie Meyer (não, infelizmente não é Midnight Sun), The Host deveria ser trazido às telonas?

The Host, o romance “adulto” estilo ficção-científica foi primeiramente trazido à nós pós-Crepúsculo, então seu sucesso em vendas de livros foi muito alto. Com certas expectativas em mente, muitos fãs não gostaram de The Host. Entretanto, em uma segunda olhada, até fãs da série Crepúsculo podem ser capazes de ligar algumas similaridades entre Crepúsculo (ou, talvez mais apropriadamente, Amanhecer) e esse livro.

Em The Host, conhecemos “Wanderer”, uma pequena “alma” que foi implantada em corpos de diversas criaturas durante sua existência. Apesar de ter ido ao planeta do fogo, sido um urso e um golfinho antes, Wanderer nunca viu nada como a Terra (aliás – é dia da Terra, então faça algo bom hoje!). Quando ela vem a ficar na forma de Melanie Stryder (cujo nome, permitam-me mencionar curiosamente, lembra Stephenie Meyer), uma guerreira destemida na condição de humana. Wanderes passa por uma evolução. Apesar da alma de Wanderer ter sido injetada no corpo de Melanie, a última, entretanto, não vai a lugar nenhum tão cedo. Chegando ao conhecimento de Wanderer através de memórias furiosas no começo, e depois por voz, Melanie leva à Wanderes emoções, memórias, e sentimentos que elas nunca de outra forma seriam submetidas. Por exemplo, Mel é cuidadosamente pungente em inserir memórias distantes de sua afeição por seu pequeno irmão Jamie e seu amado Jared.

A Terra que Wanderer vem a conhecer, entretanto, é um tanto diferente daquela que eu e você vivemos hoje em dia. Ao invés disso, é um mundo forjado com perigo para a raça humana – para essas “almas”, é uma peregrinação de bondade e altruísmo; para os humanos, é uma pura invasão dos ladrões de corpos. Considerando que no começo Wanderes imaginou seu predicamento – sendo colocada em um corpo humano e roubando as características inerentes aos humanos daquele corpo e substituí-las por uma alma de bom espírito e merecedora – a existência da memória de Melanie (que, no típico cenário de alma, não é um problema já que as cognitivas do corpo da anfitriã normalmente se dissipam sobre a implantação) leva Wanderer a buscar os humanos e tentar ser legal com eles.

Para evistar spoilers da história para os não leitores, vou terminar por aí. Os temas que vêm a seguir, porém, são muito mais reveladores sobre a voz de autoria de Meyer. Número um – ela claramente gosta de escrever sobre a heroína indócil que foi contra os oputros para satisfazer um senso mais profundo de significados e respeito por aqueles que são diferentes, e número dois – suas garotas protagonisas normalmente têm de aturar coisas pesadas – incluindo dor física no caso de Wanderes (“Wanda” e Bella) antes de verem seus dias felizes. Outra coisa que pode derivar da comparação dos dois é o fato que o amor, família e amizade são todas características que são colocadas em suas personagens. Em um ponto contextual, também, o arco da história dos dois sempre envolve alguma sequência de ação emocionante que foi progressivamente e sistematicamente colocada no curso em seu uso de extendido e cuidadosamente escrito diálogo e ajuste.

Apesar de haver muitas outras similaridades potencialmente extractáveis entre essas duas histórias , dado um justo e objetivo exame a ênfase é clara – há alguns traços definitivos no estilo de Crepúsculo de Stephenie Meyer a serem achados latentes em The Host. Seguindo em frente, a questão pode ser se The Host é algo que os fãs de Meyer gostariam de ver trazido às telonas?

Com suas raízes na área desértica do oeste, veríamos uma grande (nem um pouco sutil) mudança na locação, e desde o começo, o clima seria um pouco diferente. Entretanto, conforme a história progride, personagens como Jared, Jameie, Ian e outros poderiam realmente causar a impressão sensorial na telona que adequadamente reflete a sua persona literária.

Créditos: Twilight Team

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