Temos boas e más noticias: as boas, infelizmente, são somente para os produtores e distribuidores que têm em suas mãos um filme à prova de crítica, as adolescentes certamente o transformarão num grande êxito, ainda maior que o primeiro (até porque tiveram tempo de aumentar desde então a popularidade dos livros e tornar a série mais conhecida).

A má é que dá impressão que não melhoraram de propósito, este segundo capítulo é quase tão ruim quanto o primeiro. Tem pouca ação, é interminável e com vários finais (depois que se percebe que são realmente 130 minutos), os efeitos especiais não melhoraram (os lobisomens são falsos e mal feitos e deixam saudade do Lobisomen Americano em Londres feito há mais de 20 anos). Não adiantou trocar de diretor, este Chris Weitz é frio, não sabe criar tensão, atmosfera, emoção ou sequer romance. Para não dizer que tudo é pior, realmente a maquiagem de Edward está ligeiramente menos falsa (mas em compensação resolveram cobrir o rosto dele de vez em quando com uma camada de brilhos de estrelinhas que é absolutamente inadequada).

 

A mocinha Kristen Stewart é um fenômeno de passividade, em qualquer circunstância, a qualquer momento, ela tem a mesma expressão de coisa alguma. Uma água parada com a boca perpetuamente aberta (tenho dúvidas, não sei se é para esconder o queixo feio ou mesmo falta de ar). Os olhos são parados, a cara pálida (aliás, comentada várias vezes no filme), declarando amor ou morrendo ferida tem sempre a mesma cara de ausência. Não está nunca aí para coisa alguma.

 

Verdade que o roteiro não ajuda nada. Não vamos lembrar nem do diálogo risível (a própria plateia da pré-estreia não perdoou, debochando de alguns), mas nos fixar na tentativa frustrada de criar um triângulo amoroso, o que nunca sucede, porque o novo casal, Bella e Jacob, nem sequer consegue se beijar direito.Obviamente, então, o rapaz não é páreo para o vampiro. Neste caso, a sumida que Edward dá logo, no começo da história só tem sentido porque a autora assim o ordenou, para prolongar a trama. Ele continua a fazer aparições esporádicas na forma de anjo da guarda/fantasma, enquanto a moça desenvolve uma perigosa tendência auto-destrutiva. Dá a impressão de que a roteirista (Melissa Rosenberg, a mesma do anterior e do próximo, Eclipse) se enganou de filme e fez uma cena de comédia tipo American Pie, com Bella indo no cinema com Jacob e outro rapaz (que passa mal quando vê filme de ação!). Nada a ver com o espírito do filme.

Nem tudo, porém, é desastroso. Robert Pattison tem um certo charme europeu que parece lhe ajudar (mas falta intensidade na cena de despedida do casal no começo, que é muito frágil). Depois, só Bella mesmo não saca que Jacob virou lobisomem (o menino Taylor do filme anterior tomou tanto anabolizante que ficou deformado, parecido com o Incrível Hulk. O rapaz, ao menos, ainda tem certa juventude e espontaneidade que compensam sua aparência mais assustadora que sedutora).

De vez em quando o filme melhora por instantes, porque surge um ator de verdade no deserto geral. Por exemplo, o vampiro de dredds, Laurent (Edi Gategi), que dá vida aos poucos momentos em que aparece. Mesmo Dakota Fanning, que tem errado muito, não se sai mal em suas poucas cenas como Jane. Não entendo o que faz o excelente Michael Sheen (A Rainha) novamente fazendo vampiro depois daquele horrível Underworld 3. Mas sempre um bom intérprete dá um up, apesar de prejudicado pelo figurino ruim e a direção de arte inominável (aquele gentarada vestida de encapuzados vermelhos em plena Volterra medieval, onde de repente pegam um elevador moderno e verde!). Não vou nem mencionar o fato de esquecerem Bella que machucou o rosto na cena anterior (bateu na pedra) e a trilha musical de canções insistentes (nenhuma delas é valorizada, mas ainda assim me pareceu das melhores coisas desta continuação).

Afinal é igual, ou pior do que o primeiro? Na dúvida, os autores vão ficar muito chateados no caminho do banco contando o dinheiro que fizeram.. Ah, esses fãs tão incautos…

Tsc, tsc, tsc. Lua Nova tinha tudo para ser um filme redondinho, para arrebatar uma grande audiência que não só a plateia adolescente e fã dos livros, dos personagens, dos atores e da parafernália toda de produtos que vem pendurada à saga de livros – que virou cinessérie – Crepúsculo. Tinha história e dinheiro para isso (não muito mais que o primeiro, na realidade). Mas as oportunidades foram desperdiçadas. É uma pena.

O segundo filme consegue ser pior que o primeiro, muito criticado principalmente pela maquiagem amadora e efeitos especiais que deixaram a desejar -falha imperdoável em filmes que tratam de um mito tão forte quanto o do vampiro. Em Lua Nova, os atores principais parecem ter se mediocrizado e nem mesmo a substituição da diretora Catherine Hardwicke por Chris Weitz (de A Bússola de Ouro), considerado mais experiente e adequado a esse tipo de filme, injetou apuro e sofisticação à cinessérie.

Ok, os efeitos melhoraram, mas ainda falta muito pra chegar no nível dos filmes do bruxo Harry Potter ou até mesmo de True Blood, uma bem-sucedida série de TV sobre vampiros da HBO. Mas a maquiagem…

 

Receita de bolo que desandou
Escrita pela dona de casa americana Stephenie Meyer, a série de quatro livros que conta as agruras do amor entre a humana Bella e o vampiro Edward – ambos adolescentes (quer dizer, ele tem 17 há 109 anos) – virou best-seller, com mais de 80 milhões de livros vendidos desde 2005. Seus ingredientes são perfeitos para uma receita de bilheteria apetitosa: amor, dor, paixão, ocultismo, sofisticação, aventura, muita fantasia e o tema da hora, o vampirismo.

 

Na verdade, o cinema já se fartou desse caldo substancioso e arrecadou, no primeiro filme, Crepúsculo, mais de US$ 383 milhões – a maior bilheteria de todos os tempos de um filme de vampiro. Quantia pra deixar qualquer estúdio com água na boca e gostinho de quero mais. Mas os problemas do primeiro filme, que teria custado US$ 37 milhões, reaparecem neste segundo – orçamento estimado de US$ 50 milhões – e outros novos dão as caras.

O que deu errado?
Como o ritmo de Lua Nova, em comparação ao de Crepúsculo, é mais lento (arrastado?), sem tanta coisa acontecendo ou tantos elementos novos a introduzir, fica mais evidente a inconsistência do elenco principal e torna a aventura de assistir ao filme quase um suplício. Mesmo para quem curte a série de livros.

Na sessão que o Terra teve acesso, cerca de 80% da sala era composto de fãs teenagers. Até eles, fissurados por Bella, Edward e Jacob, riram nos muitos momentos constrangedores do filme.

A transformação dos lobisomens ou, melhor, lobos gigantes (aos debutantes no mundo de Stephenie Meyer vale avisar que muitas das características conhecidas de vampiros e lobisomens são modificadas em seus livros), também fica aquém da expectativa, talvez pelo orçamento limitado. A título de comparação, os primeiros filmes da cinessérie Harry Potter gastaram cerca de US$ 100 milhões, ou seja, o dobro da conta de Lua Nova – blockbuster custa caro.

É quase certo que Lua Nova terá uma carreira promissora nas bilheterias. A histeria dos fãs espalhados pelo mundo em torno de tudo o que diz respeito ao casal Bella/Edward, o interesse demasiado no pretenso romance (na vida real) de Kristen e Pattinson – que esta semana integrou a lista dos 100 homens mais sexy do mundo da prestigiada revista People – e o número da vendagem dos livros da série, que só aumenta, são argumentos suficientes para acreditar nesse sucesso.

Mas, num mundo dominado pela tecnologia, no qual o twitter dita (e muda) a cada segundo o way of life de legiões de seguidores – que levam a opinião, mesmo que curta (140 caracteres), a ferro e fogo e usam e abusam de seu poder verborrágico ao “tc qquer” comentário -, é complicado acreditar que somente o belo rosto e o sarado torso de Pattinson – e agora também de Taylor Lautner ¿ são suficientes para ludibriar a audiência teen. Pode até acontecer, mas não por muito tempo. É subestimar demais os garotos e garotas, que estão cada vez mais espertos e críticos.

O que provavelmente faltou e o que foi bom
Uma solução para os problemas de Lua Nova poderia ser arriscar mais na direção e investir melhor na preparação (dramática, não física) do elenco. Isso poderia reverter a falta de ritmo e minimizar o ridículo de algumas situações provocadas pela, talvez, mão brega de algum produtor com medo de sair fora do padrão “água com muito açúcar”, que se padronizou para filmes teens ou focados na plateia feminina.

Mas nem tudo está perdido em Lua Nova. A fotografia ganhou matizes e pinceladas de sofisticação, resultando numa atmosfera onírica – bem ao sabor da história. Dá até para arriscar o adjetivo belo nesse quesito.

Taylor Lautner é uma grata surpresa. É o menos pior do elenco principal. Justo ele que, logo após o primeiro filme, era estraçalhado pela mídia, indústria e até fãs da série por acharem que ele não teria estofo para alcançar o “talento” e o carisma de Kristen e Pattinson. Inclusive, sua substituição chegou a ser ventilada.

Mas dói o coração ver desperdiçado o talento de Michael Sheen, como o afetado vampiro Aro Volturi, e Dakota Fanning, como Jane, a vampira de olhos vidrados e feições inexpressivas – a menina tem 15 anos e parece que enfiou a cara numa bacia de Botox. Triste.

O problema nisso tudo é que mexer com filmes desse porte, que envolvam uma franquia midiática como a de Crepúsculo, com uma legião de adoradores, é uma faca de dois gumes – chavão, mas ele é perfeito para explicar o caráter pernicioso da adaptação dos livros de Meyer. Se por um lado é tentador – como o sangue humano para os vampiros -, pela grande vocação comercial que esse tipo de projeto traz, por outro é aterrorizador, já que a responsabilidade em satisfazer a expectativa dos passionais fãs é gigantesca e qualquer deslize pode ser mais fatal que uma patada de lobisomem.

Entre gritos e sussurros
Para quem faz questão de estar com o assunto do momento na ponta da língua, uma dica: vá ver ao filme com algum fã da série. É o maior entretenimento que Lua Nova proporciona aos não-fanáticos. A cada suspiro e grito (sim, grito histérico) das garotas toda vez que Edward surge, tira a camisa ou se declara a Bella é uma diversão. Quando o Cristo Redentor aparece ao fundo de uma cena “tensa” de Edward (sim ele se refugia no Rio de Janeiro, no início da trama), então, os teens brazucas vão à loucura.

Sem se preocupar com os não iniciados, o filme começa a história de onde paramos. Edward “Vampirinho que Brilha” Cullen e Bella “Estou Excitada” Swan estão juntos, mas sofrem com a vampiresca diferença entre eles.

Com medo de fazer mal a sua amada, Edward resolve abandoná-la. Entre chiliques e ataques histéricos, Bella se aproxima de Jacob “Esteróides” Black, aquele que quando fica bravo vira um lobo digital do tamanho de um cavalo.

Em dado momento, Edward conclui que sua namorada morreu (???) e resolve ter o mesmo destino, numa alusão bem clara ao clássico “Romeu e Julieta”, que ganha referências diretas ao longo do filme para substituir o plágio pela homenagem.

 “Lua Nova” repete alguns dos erros do filme original. Temos aqui problemas sérios de roteiro, sempre óbvio, raso e esquemático. O trio central também deixa bastante a desejar, especialmente Kristen Stewart. Sua constante cara de sofrimento, mesmo quando está feliz, é bastante irritante.

Mas, se o trio principal deixa a desejar em termos de atuação, o elenco secundário se sai melhor. A família Cullen ganha muito em carisma em relação ao primeiro filme. Especialmente Alice.

 O sempre brilhante Michael Sheen, numa quase ponta, também tem muito a acrescentar ao filme, na pele do ameaçador chefão dos vampiros Aro. Quando ele entra em cena, o filme ganha muito em charme e tensão.

Enfim, um diretor!

Se o primeiro filme parecia um piloto não aproveitável de série de midseason, cortesia da direção incompetente de Catherine Hardwicke, o segundo parece um filme. E isso já é uma ótima evolução.

Catherine provavelmente não sabia exatamente o tamanho do fenômeno que tinha em mãos. O bom diretor Chris Weitz, sabia. Assim, ele moldou seu filme para fazer exatamente o seu papel. Conquistar corações juvenis e fomentar a febre.

Assim, temos um filme muito mais agradável de ver. Visualmente bastante bonito, especialmente em seu climax, quando conhecemos o clã dos Volturi.

Weitz também se sai melhor nas cenas de ação. O que no primeiro era absolutamente constrangedor, em “Lua Nova” é até empolgante em vários momentos. A cena de Edward tomando um cacete de um Volturi, por exemplo, é muitíssimo bem realizada.

Já os lobos, bem… Seriam realistas por volta de 2003. Em tempos de “Distrito 9″, é complicado ter personagens digitais tão artificiais. Mas também não chegam a incomodar tanto assim.

O fenômeno “Crepúsculo” repete o que aconteceu com “Titanic” (e com tantos outros filmes ao longo da história). Quem foi moleque naquela época (eu! eu! eu!) lembra muito bem como ficavam as salas de exibição. Cheias de adolescentes, que suspiravam a cada aparição de Leonardo DiCaprio e sofriam horrores com as agruras da mocinha vivida por Kate Winslet.

Sofrimento, aliás, é uma palavra bastante importante aqui. Não é de hoje que os jovens são atraídos pela tragédia, pelo absoluto, pelo sacrifício. Vamos precisar ir até “Romeu e Julieta” para explicar isso?

 “Lua Nova” é mais uma obra a se apropriar disso. Consciente do apelo de frases como “Não posso viver num mundo em que você não esteja” (ou algo do tipo), o roteiro se aproveita dessa sensação que temos quando somos jovens. De que o mundo se resume aos nossos problemas e que os nossos problemas são maiores do que os do resto do mundo.

Pensando dessa maneira, o filme é absolutamente competente. Entrega exatamente o que os fãs querem ver. E ainda consegue fazer isso sem ofender aos mais velhinhos (eu! eu! eu!). Para alguns, será o filme de suas vidas (até o próximo fenômeno aparecer). Para outros, apenas um filme divertido. E está ótimo assim. Que venha o terceiro!

Embora Kristen Stewart e Robert Pattinson continuem negando, está cada vez mais difícil disfarçar o namoro. Segundo a diretora do filme “Crepúsculo”, Catherine Hardwicke, os dois iniciaram o romance depois das filmagens do primeiro filme.

“Kristen não quis se envolver com ele logo no primeiro filme. Ela relutou bastante antes de decidir que poderia ser legal”
, contou.

Catherine revelou também que quando escalou Pattinson o avisou sobre o romance: “Não queria que ele se envolvesse com Kristen porque ela ainda não tinha 18 anos. Não tinha câmera no hotel, mas pelo que ela me contou pessoalmente nada aconteceu durante as gravações do primeiro filme”.

Fonte: TwilightBr

Tire suas próprias conclusões

Robsten

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LimeLife: Ok Julia, se nós pudéssemos te perguntar qualquer coisa sobre um dos seus co-estrelas, seria isto: Robert fala com sotaque americano ou com sotaque britânico entre as tomadas?
(risos) Sim, Rob é britânico, ele tem sotaque britânico, e ele fala assim quando ele não está filmando! O seu sotaque [americano] é muito bom, de verdade. Às vezes, ouvindo ele falar com o sotaque britânico normal, eu fico até um pouco confusa, porque o sotaque americano é perfeito.

LimeLife: Você pode nos dizer se é realmente um prazer trabalhar com ele?
Oh, é um prazer absoluto trabalhar com ele. Ele é ótimo. Ele é preocupado e ele é generoso e ele é descontraído. Ele tem todas as qualidades que você procura em alguém com quem você gostaria de trabalhar.

Você diria o mesmo de Kristen Stewart?
Eu tenho muito respeito [pela Kristen] porque ela meio que tem esse equilíbrio entre ser muito legal e levar a sério as suas coisas, e também ser muito profissional e realmente se esforçar ao máximo na frente da câmera. É um talento difícil de se ter, ainda mais sendo um ator jovem. Eu fiquei realmente impressionada com ela.

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Do lado de fora do hotel em que Kristen Stewart e Taylor Lautner participavam de uma coletiva de imprensa para divulgar “Lua Nova”, o clima era de histeria. Centenas de fãs se aglomeravam debaixo do sol para tentar ver, nem que fosse de relance, os dois atores americanos. O auge da loucura aconteceu um pouco antes do fim da entrevista, quando as garotas conseguiram furar o bloqueio da segurança e invadiram a àrea externa do hotel. Seguranças tiveram de lacrar as portas e a polícia foi chamada para conter o tumulto.

A gritaria era geral quando qualquer vulto se aproximava de uma das janelas do hotel de luxo – mesmo quando não eram os atores dando o ar de sua graça. Muitos fãs vieram de fora de São Paulo. Outros, dormiram do lado de fora do hotel. Poucos conseguiram de fato ver os astros.

Um grupo de cinco garotas de Bauru estava no local desde as 8h da manhã (a coletiva começou por volta do meio dia). Uma delas diz que acredita ter visto Kristen Stewart. “Ela apareceu no vidro e deu um tchau”, afirma. Enquanto as meninas tentavam tirar fotos e já estavam ficando sem voz, os pais esperavam debaixo de uma sombra.

Até os pais estavam no meio da confusão ao lado dos filhos. Uma menina conta que foi o “destino” que a levou à porta do hotel neste domingo. “Eu sou de Presidente Prudente e já viria a São Paulo no feriado. Quando eu descobri que o Taylor estaria aqui, implorei muito para os meus pais me trazerem”, conta. Enquanto isso, pai e mãe também se divertiam e tentavam enxergar alguma coisa dentro do hotel.

No meio de tantas garotas, um rapaz chamava a atenção. Ele estava lá para acompanhar a namorada. “A gente veio aqui ontem também, tentando tirar uma casquinha dos atores, né? Algumas pessoas foram para a porta de trás e conseguiram ver os dois quando eles saíram pra jantar ontem, mas a gente não viu nada”, ele disse, frisando que quem é fã é a sua namorada.

Kristen Stewart e Taylor Lautner chegaram a São Paulo na manhã de sábado, criando alvoroço no aeroporto de Cumbica. Os dois astros de “Crepúsculo” participaram de uma coletiva de imprensa na tarde deste domingo, 1º, e agora seguem para o México. A viagem faz parte da promoção do filme “Lua Nova”, que estreia em 20 de novembro.

Fonte: Abril

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